Você pode usar IA no consultório? A partir de 26 de agosto de 2026 passou a valer a primeira regra brasileira sobre inteligência artificial na saúde — a Resolução CFM 2.454/2026. Neste vídeo, o Dr. Marcus Ferreira explica, sem juridiquês, o que a norma permite e o que ela proíbe no atendimento.

Capítulos do vídeo

Pontos-chave

  • A regra não veio proibir a IA: ela traça uma linha clara para usar a tecnologia sem gerar problema.
  • Ponto 1 — a decisão é do profissional: a IA pode apoiar o levantamento de informações para um diagnóstico, mas quem bate o martelo é sempre o profissional.
  • Ponto 2 — nada direto ao paciente: a IA nunca pode entregar diagnóstico, prognóstico ou conduta direto ao paciente, seja numa plataforma digital ou no WhatsApp.
  • Ponto 3 — transparência: o paciente precisa ser informado, de forma clara, quando é atendido por uma IA, e poder falar com um humano a qualquer momento — e informar isso resguarda o profissional.
  • Uso administrativo liberado: agendar, confirmar, lembrar, organizar fila e montar relatório com IA está liberado.
  • Alcance: a resolução é do CFM e vale para a medicina. Odontologia, psicologia, farmácia e outras áreas ainda não têm norma específica de IA — mas o caminho provável é o mesmo, então já vale adotar o padrão.

A Klinvia é um sistema de gestão para clínicas e consultórios, com a IA atuando na camada administrativa (automação e relatórios) e a decisão clínica sempre com o profissional.